Tokenization as a Service: habilite pagamentos NFC com a Pomelo, sem migrar de processador
Na Pomelo, lançamos o Tokenization as a Service para que as empresas da América Latina possam incorporar tokenização sem precisar refazer seu programa de cartões nem migrar sua infraestrutura atual. Trata-se de um módulo independente dentro da nossa arquitetura, pensado como uma porta de entrada para o nosso ecossistema.
Conheça como essa camada se torna essencial para competir em um mercado cada vez mais digital.
O valor da tokenização nos pagamentos
Quando se fala em tokenização, é comum associá-la imediatamente ao Apple Pay ou Google Pay. Mas tokenização é muito mais do que habilitar uma wallet. Trata-se de uma camada de infraestrutura que substitui os dados sensíveis do cartão por um identificador único utilizado em cada transação.
Do ponto de vista do usuário, significa poder pagar pelo celular ou smartwatch sem expor os dados reais do cartão. Do ponto de vista do negócio, significa contar com:
Segurança por design: protege os dados desde a origem e reduz drasticamente o risco de fraudes ou vazamentos, mitigando perdas financeiras para usuários e empresas.
Pagamentos digitais em expansão: wallets, pagamentos por aproximação e novas experiências, como agentic payments, crescem sobre uma infraestrutura tokenizada.
Melhor experiência, mais conversão: maior taxa de aprovação em canais digitais, com pagamentos mais rápidos e com menos fricção.
Vantagem competitiva: tokenizar não é apenas cumprir padrões, é escalar produtos preparados para o futuro.
Esse avanço acontece em paralelo à rápida adoção de carteiras digitais no Brasil: mais de 54% dos consumidores já utilizam wallets, e cada usuário mantém, em média, 3,3 opções ativas (Croma Consultoria e McKinsey). Esse cenário aumenta a disputa pela preferência dentro do dispositivo e torna a experiência digital um fator decisivo.
Nesse contexto, a tokenização passa a impactar diretamente métricas de negócio, ao reduzir fricções no onboarding, acelerar o primeiro uso e influenciar a principalidade do cartão nas carteiras digitais.
Como funciona nossa solução Tokenization as a Service?
Um dos principais diferenciais da nossa solução é sua natureza modular: ela foi desenhada como uma camada desacoplada dentro da nossa arquitetura, permitindo integração sem alterar o core do cliente. Ou seja, não é necessário emitir ou processar os cartões com a tecnologia da Pomelo para habilitar a tokenização.
A integração é feita de forma direta e simples via APIs, com impacto imediato tanto em cartões físicos quanto virtuais. Isso permite que os usuários adicionem seus cartões a carteiras digitais como Google Pay ou Apple Pay e comecem a usar sem fricção.
Veja em detalhes como funciona o passo a passo para o go live do Tokenization as a Service:
Relação com as bandeiras: A tokenização exige habilitações específicas junto às bandeiras. Para apoiar as empresas que contratam o Tokenization as a Service, absorvemos a complexidade técnica dessa integração, antecipamaos requisitos e acompanhamos todo o processo.
Provisionamento do token: Nem todos os fluxos são iguais. Existem métodos como o provisionamento manual pela wallet, o push provisioning pelo aplicativo do banco ou o tap to add via NFC em dispositivos Apple. Cada um exige lógica de autenticação, validações e coordenação específicas. Projetar corretamente esse fluxo é fundamental para garantir uma experiência simples e consistente para o usuário final.
Ciclo de vida do token: Tokenizar não termina quando o usuário adiciona o cartão à wallet. Existem suspensões, reativações, mudanças de status e eventos que precisam permanecer sincronizados com o cartão original. No Tokenization as a Service, como o cartão pode ser emitido e processado por outro provedor, habilitamos mecanismos claros para replicar esses eventos. Esse desenho evita inconsistências e protege a operação.
Operação diária: Desde o início, a solução contempla notificações em tempo real, rastreabilidade e relatórios que permitem monitorar a atividade dos tokens e gerenciar eventos críticos. Isso garante uma operação monitorável e auditável.
A indústria já não avalia se deve ou não tokenizar — ela constrói sobre a tokenização. Não contar com essa camada tecnológica limita a evolução dos produtos e reduz a capacidade de competir em um ecossistema cada vez mais digital.









