Na Pomelo, seguimos abrindo caminhos para que mais empresas possam lançar e escalar produtos financeiros na América Latina. Hoje, trazemos uma novidade que transforma a forma como nossos clientes no Brasil podem operar cartões de crédito pós-pagos: a expansão do nosso modelo de bancarização.
O que muda e por que é relevante?
Evoluímos para um modelo mais flexível e escalável, que permite a integração com diferentes parceiros licenciados pelo Banco Central para operar crédito.
Essa expansão é essencial porque resolve um dos principais obstáculos regulatórios no país: a exigência de uma licença financeira para cobrar juros sobre saldos de crédito. Com essa nova estrutura, nossos clientes podem acessar esse mercado sem precisar de uma licença própria, integrando-se diretamente com um parceiro bancarizador autorizado.
O que essa estrutura permite?
Nossa proposta é clara: os clientes podem emitir cartões de crédito pós-pagos utilizando nossa licença de emissão e a licença de crédito de um parceiro bancarizador. Isso significa que:
Podem oferecer cartões de crédito pós-pagos com menos limitações.
Podem cobrar juros remuneratórios e de mora, sem restrições regulatórias e superiores a 1% ao mês.
Ganham agilidade para testar, lançar e escalar produtos de crédito.
Reduzem prazos de implementação, custos operacionais e riscos regulatórios.
Ou seja, podem competir no mercado de crédito sem as barreiras tradicionais de entrada.
O passo fundamental é trazer um parceiro bancarizador com licença para operar crédito. Na Pomelo, não intermediamos legalmente essa relação, mas oferecemos:
Suporte técnico completo para a integração.
Acompanhamento no desenho do fluxo e ajustes necessários.
Garantia de que o cliente terá todas as ferramentas para operar com segurança.
Como tudo na Pomelo, nossa proposta é modular: cada cliente integra apenas o que precisa, evitando sobrecargas e otimizando o que realmente agrega valor.
Essa nova estrutura é pensada exclusivamente para clientes que emitem e processam cartões com a Pomelo no Brasil. Para o usuário final, nada muda: a experiência segue fluida, segura e consistente.
O que muda é o que está por trás da infraestrutura, uma arquitetura moderna que acelera o time-to-market, melhora a rentabilidade e traz mais autonomia operacional.
Em um mercado como o brasileiro, que ainda não conta com um player consolidado nesse tipo de solução, oferecer uma proposta de crédito robusta sem precisar de licença própria é, sem dúvidas, uma vantagem competitiva real.
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